segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Orçamento Familiar

Uma das principais causas do desequilíbrio financeiro familiar é a falta de controle do orçamento.

Quando elaboramos um orçamento identificamos para onde está indo nosso dinheiro e assim, visualizamos com exatidão quais despesas poderão ser reduzidas ou cortadas para que nossa saúde financeira seja restabelecida.
Para elaborarmos um orçamento precisamos partir das receitas para as despesas, ou seja, uma vez que as receitas normalmente mantém o mesmo patamar, são as despesas que terão que se adequar ao nosso ganho e não ao contrário. Partindo desta regra básica de que devemos gastar menos do que ganhamos, podemos elaborar uma planilha orçamentária.

Veja um exemplo fictício e bem simplificado de um orçamento:

Descrição
Entrada
Saída
Salário Bruto
R$ 1.635,00

Descontos

R$ 150,00
Dízimo

R$ 165,00
Oferta

R$ 50,00
Água

R$ 35,00
Luz

R$ 45,00
Telefone fixo

R$ 80,00
Celular

R$ 25,00
Combustível

R$ 100,00
Mercado

R$ 200,00
Aluguel da Casa

R$ 400,00
Educação (cursos, materiais etc)

R$ 150,00
Lazer

R$ 80,00
Vestuário

R$ 50,00
Poupança

R$ 105,00
Total
R$ 1.635,00
R$ 1.635,00
Saldo
R$ 0,00


Partindo deste modelo, podemos especificar ainda mais nossos gastos para termos uma visão ainda mais aprofundada dos mesmos. Por exemplo, podemos desmembrar o item “mercado” em alimentação, produtos de limpeza, produtos de higiene pessoal. O item “lazer” pode ser dividido em cinema, passeio, restaurante.

Tendo a convicção de que tudo o que temos vem das mãos de Deus, um item que não pode faltar é o  dízmo, lembrando que o dízimo não é uma despesa e nem um gasto, é uma devolução que fazemos ao Senhor como forma de gratidão e fidelidade por tudo que Ele nos dá. O dízimo representa 10% do valor bruto recebido (no exemplo o valor foi arredondado para cima).
Voltando ao orçamento, quanto mais detalhado for, mais fácil de identificar as despesas que podem ser reduzidas ou cortadas. Como no exemplo acima, procure sempre separar uma parcela a ser poupada. Seja realista para não desanimar por não conseguir atingir sua meta. Por ser fictício, as entradas e saídas do orçamento acima foram iguais. Caso contrário, o que fazer quando falta ou quando sobra? Veremos em outra oportunidade.

 Sergio Paulo Brea

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