Na 26ª. Assembleia Geral da União Astronômica Internacional , realizada na 3ª. Semana de Agosto , na cidade de Praga, capital da República Checa, foi decidido que Plutão não ostenta mais a condição de planeta. Foi rebaixado de categoria . Agora ele é um simples planeta-anão.
Esse ex planeta foi descoberto por Clyde Tombaugh em 1930, há 76 anos , portanto.
Desde então todas as Escolas passaram a ensinar que o sistema solar possuía 9 planetas , incluído, é lógico, nosso querido planeta chamado carinhosamente de Terra. Agora passaram a ser 8 (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte,Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) .
Já imaginaram quantos milhões de Livros e centenas de Enciclopédias terão de ser alteradas ? E, atenção estudantes que prestarão os próximos vestibulares, tenho quase certeza de que este assunto será incluído em alguma questão das provas.
Mas alguém poderá objetar: Por que abordar matéria essencialmente científica num programa que tem como propósito divulgar o Evangelho de Jesus ?
Simplesmente para afirmar - como o fazemos com certa freqüência - que tudo o que representa certeza na ciência dos homens é passível de revisão, alteração, retificação, atualização. Até poucas semanas atrás a existência de 9 planetas era uma certeza incontestável. Hoje não é mais !
Nas questões espirituais relacionadas `a Palavra de Deus não há revisões, reformulações, atualizações.
As Escrituras afirmam em Hebreus cap. 13, verso 8 que Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. O mesmo autor aos Hebreus, cap. 1, versos 10 a 12, evocando o Salmo 102: 25 a 27, nos diz “ Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, e os céus são obra de Tuas mãos. Eles perecerão, mas Tu permaneces. Todos eles como roupa envelhecerão...mas Tu és o mesmo e os Teus anos não acabarão “ Na carta de Tiago cap. 1, verso 17 lemos “ Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes em quem não há mudança nem sombra de variação “
Concluímos assim, que as certezas dos homens são sujeitas a reformulações , mas as certezas de Deus são imutáveis, eternas.
Rubens Brea - setembro / 2006
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