quarta-feira, 18 de julho de 2012

Missionários da Bola - Parte 3


Devido ao exaustivo trabalho efetuado nos dias anteriores, não foi possível registrar diariamente o que ocorreu, portanto, resumirei abaixo o que os missionários da bola realizaram nesses dias.
Realizamos mais alguns jogos amistosos contra times regionais e os resultados foram satisfatórios. Entendemos como satisfatório não o desempenho do time nas partidas realizadas, mas o quanto nosso testemunho impacta a vida de quem nos assiste. Coincidentemente, os resultados foram positivos tanto no desempenho no campo de futebol como na participação de crianças nas clínicas e especialmente na quantidade de pessoas que atenderam ao convite para ter Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas. Sabemos, no entanto, que não podemos considerar as mãos levantadas em apelos como conversões efetivas. Mas sabemos também que quem convence o pecador da necessidade de aceitar Jesus é única e exclusivamente o Espírito Santo. Nós somos meros instrumentos nas mãos de Deus para este fim. Embora tenhamos o desejo de saber quantas pessoas realmente se arrependeram e se converteram, o nosso dever de espalhar a semente do evangelho foi cumprido.
A última cidade onde trabalhamos foi Fredericksburg. Foi um árduo trabalho onde mais de 250 crianças e adolescentes participaram. Entre 8 e 10 anos havia mais de 100 crianças. Nos quatro dias em que tivemos em Fredericksburg, fomos orientados a dar testemunhos de forma progressiva. Primeiramente, foram escolhidas pessoas para dar testemunho de conversão. No dia seguinte, foram dados testemunhos e apelos para que as crianças se tornassem seguidores de Cristo. No último dia de clínica de futebol, a ênfase foi na necessidade de se frequentar uma Igreja local. Assim como a brasa fora da fogueira esfria, o crente não pode levar sua vida cristã longe do corpo de Cristo senão esfria-se espiritualmente. Há muitos pensamentos que têm sido disseminados nas igrejas e que sou totalmente contrário (não vou repeti-los nesta postagem uma vez que já citei em artigos anteriores), mas isto não é motivo para distanciar-se de uma igreja local. Podemos até mudar de Igreja quando o pastor da mesma não deixa de pregar certas heresias e apela para pregações que visam mais massagear o ego dos ouvintes do que motivá-los e exortá-los a serem verdadeiros discípulos.
Após estes 16 dias, não podemos dizer qual o resultado para o Reino de Deus, mas certamente a semente foi lançada e oramos para que o Espírito Santo atue no coração dos que ouviram a mensagem e tenham suas vidas transformadas.

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